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5 meses agoon
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admin
Em audiência de custódia realizada neste domingo (23) na Polícia Federal em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que tentou abrir sua tornozeleira eletrônica na sexta-feira (21) após sofrer uma “certa paranoia” e “alucinação” devido à interação de medicamentos que estava tomando.
De acordo com a ata da audiência, Bolsonaro disse que o episódio ocorreu porque tem ingerido remédios prescritos por médicos diferentes – Pregabalina e Sertralina – que “interagiram de forma inadequada”. Ele relatou ter “sono picado” e que, na noite do fato, começou a mexer no dispositivo com um ferro de solda, equipamento com o qual sabe operar.
O ex-presidente declarou que, por volta da meia-noite, “caiu na razão”, parou o que estava fazendo e comunicou o ocorrido aos agentes de custódia. Ele afirmou que acreditava, de forma alucinatória, que a tornozeleira continha algum tipo de escuta.
Bolsonaro ressaltou que estava acompanhado de sua filha, de um irmão mais velho e um assessor em sua casa, mas que ninguém presenciou a ação porque todos dormiam. Ele disse não se recordar de ter tido um surto semelhante em qualquer outra ocasião.
Prisão mantida
Apesas das alegações, uma juíza auxiliar do Supremo Tribunal Federal (STF) validou e manteve a prisão preventiva de Bolsonaro após a audiência.
Em outro processo, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a defesa do ex-presidente complete as informações sobre quais filhos pretendem visitá-lo na prisão, para que o cadastramento seja realizado.
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