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4 meses agoon
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A Prefeitura de Ipatinga iniciou nesta semana o primeiro Levantamento de Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. A pesquisa segue até a próxima sexta-feira, 9 de janeiro, e mobiliza cerca de 80 Agentes de Combate a Endemias, que irão vistoriar 4.736 imóveis em diversos bairros do município.
O objetivo do levantamento é mapear as áreas com maior índice de infestação larvária do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. O LIRAa é realizado quatro vezes ao ano e serve como base técnica para nortear as ações de controle, prevenção e combate às arboviroses no município.
Durante esta semana, os agentes estarão nas ruas realizando as vistorias e estarão todos devidamente uniformizados. A Prefeitura reforça o pedido de colaboração dos moradores para permitirem o acesso aos imóveis, etapa fundamental para garantir a precisão dos dados coletados.
De acordo com a gerente do Departamento de Zoonoses, Vanessa Andrade, a participação da população é decisiva para o sucesso do trabalho.
“O LIRAa é uma ferramenta essencial para identificarmos onde o mosquito está se proliferando e, a partir disso, direcionarmos as ações de forma mais eficaz. Por isso, é fundamental que os moradores recebam os agentes e também façam a sua parte no cuidado com os quintais e ambientes internos”, destacou.
Alerta para o período chuvoso
No último levantamento, realizado em outubro de 2025, o índice médio de infestação no município foi de 3%, resultado inferior aos 5% registrados no mesmo período de 2024. Apesar da redução, o índice já sinalizava alerta, especialmente em razão do início do período chuvoso, que favorece a proliferação do mosquito.
Com as chuvas ainda frequentes na região, a Prefeitura reforça a importância de manter cuidados básicos, como eliminar recipientes que possam acumular água.
Maioria dos focos está dentro das residências
O levantamento também apontou que a maior parte dos criadouros do mosquito continua sendo encontrada dentro das casas. Os depósitos móveis, como vasos, pratos, frascos e bebedouros, representaram 45,6% dos focos identificados. Em seguida aparecem lixo acumulado (17,1%), depósitos fixos como calhas e lajes (13,9%) e tambores ou tonéis ao nível do solo (13,3%).
A Prefeitura reforça que eliminar a água parada é a forma mais eficaz de combater o Aedes aegypti. A recomendação é que os moradores reservem dez minutos por semana para vistoriar vasos de plantas, calhas, ralos, caixas d’água e outros recipientes que possam acumular água.
A Administração Municipal destaca que o enfrentamento às arboviroses depende da ação conjunta entre poder público e população, especialmente neste período de maior risco.
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